VOTO POR CORRESPONDÊNCIA E PELA INTERNET
Muito se fala sobre maneiras mais práticas e econômicas de se colher a participação popular numa eleição, notadamente quando se trata de eleições com elevado número de participantes e com território de abrangência consideravelmente grande. É o caso das eleições para o S. C. Internacional. São mais de 60.000 eleitores aptos a votar nas eleições deste ano (2010) e com extensa base territorial, envolvendo não só o Estado, mas várias unidades da Federação, além de residentes no exterior.
Como massificar a participação do sócio colorado numa decisão tão importante como é escolha dos dirigentes do Clube?
Historicamente, se percebe a reduzida participação dos sócios de qualquer clube de futebol, e o desafio é o de democratizar a informação e acesso do eleitor às decisões que lhe são de direito.
A sugestão é que as votações por correspondência e, também, pela internet por se tratar de opções em uso que oferecem o maior alcance. Veja se que a votação por correspondência é cada vez mais popular nos Estados Unidos. Dos 50 Estados americanos, 31 permitem o voto por correspondência sem necessidade de apresentar nenhuma justificativa. Especialistas em processos eleitorais referem que esta opção é cada vez mais popular por ser cômoda e alcançam maiores possibilidades de participação. Dados eleitorais americanos demonstram que só na Califórnia, se calcula que mais de quatro milhões de pessoas votarão por correspondência, quase metade do eleitorado do estado. Até alguns anos, este tipo de votação era restrito a pessoas doentes ou aos americanos que residiam fora do país.
Apenas para registro, a outra opção, bastante utilizada pelos democratas americanos, especialmente a partir de 2008, é ainda mais cômoda do que o voto por correspondência: dezenas de milhares de eleitores do partido residentes fora dos EUA puderam escolher hoje seus candidatos pela Internet, graças a uma iniciativa da organização Democrats Abroad. O grupo representa os eleitores do partido que residem fora do território dos EUA e afirma que este é um sistema seguro, permitindo a participação de muitas pessoas que normalmente não poderiam votar. Raros dos quase seis milhões de eleitores americanos que vivem fora do país de origem costumavam participar das prévias. O sistema que é consagrado e referido como bastante seguro e consiste no envio de código a cada um dos eleitores do cadastro por meio do qual poderão escolher seus representantes. Os votos são codificados automaticamente pelo sistema informatizado e, rapidamente, serão decodificados e escrutinados.
Resultado: em 2008 votaram sete vezes mais eleitores do que nas prévias de 2004, quando o voto pela internet ainda não era permitido. Este sistema eleitoral já está consagrado no Reino Unido e, hoje, muito instituições brasileiras, em especial as entidades de classe nacionalmente organizadas, portanto de abrangência territorial extensa, utilizam-se desta forma.
O MOVIMENTO INTER GRANDE é pioneiro na proposta de adoção do voto por correspondência. Aliás, essa iniciativa encontra guarida nos pilares da sua proposição política, desde a sua criação em 1998, qual seja a valorização do sócio. É proposição de essência democrática exatamente para um CLUBE DO POVO, que busca estender ao mais distante sócio colorado, a integralidade das suas prerrogativas sociais.
Paulo Rogério Silva dos Santos
Sócio Colorado.
A PRIORIZAÇÃO DE UMA COMPETIÇÃO TEM UM “PREÇO”, PARA TODOS OS QUE PRETENDEM GRANDES CONQUISTAS!
Éh! Ninguém gosta de perder, mais ainda para a torcida de um Clube centenário e multicampeão, um dos clubes brasileiros que lideram o ranking de conquistas nacionais e internacionais. Mas esse é um risco calculado de quem sonha alto e prioriza uma competição da grandiosidade da Copa Libertadores da América. Hoje o S. C. Internacional é um dos quatro semifinalistas, o que convenhamos, o feito não é pouco e incomoda muita gente.
Obviamente que priorizar não implica em abandonar outra competição, em especial aquela cujo troféu o Clube já levantou por três vezes. O Brasileirão merece e receberá a reação imediatamente. Logo ali já se terá a oportunidade de retomar o caminho vitorioso que está reservado. Algumas reações passionais de frustração de quem se acostumou recentemente a grandes vitórias é decorrência da paixão que norteia o futebol e assim deve ser entendido e compreendido.
A propósito, não podemos nos esquecer: a Copa Libertadores da América ou Taça Libertares da América, batizada hoje, em razão do patrocínio, de Copa Santander Libertadores é a principal competição de futebol do continente americano e, sob o ponto de vista de prestígio internacional do seu vencedor, é comparada à Liga dos Campeões da Europa. Esta conquista projeta financeiramente qualquer clube e o insere no contexto mundial do futebol.

A importância deste torneio é caracterizada até pela homenagem que se fez aos principais líderes da independência dos países da América do Sul: Dom Pedro I, José de San Martín, Antonio José de Sucre, Bernardo O’Higgins e o festejado Simón Bolívar.
O campeão da Libertadores, apenas a partir de 2005, passou a disputar a Copa do Mundo de Clubes da FIFA (FIFA Club World Cup), competição criada em 2000, reunindo, efetivamente, os campeões de todos os continentes.
O S. C. Internacional que, orgulhosamente, ostenta título de Campeão do Mundo de 2006, busca a “passos largos” a sua reedição e isso é para poucos. Há que ser grande e pensar grande, por vezes com algum custo, mas que o torcedor colorado reconhece sacrifício de se chegar aos maiores títulos mundiais.
Inter, estaremos contigo!
Paulo Rogério Silva dos Santos
MANTER A ESCRITA
O Internacional jamais perdeu para times Argentinos, no Beira Rio, em jogos pela Libertadores. A bem da verdade foram apenas 3 jogos, mas ainda assim, se este pequeno número de jogos representa pouco ou apenas o início de uma longa caminhada de disputa, é muito bom começar desta forma. Este retrospecto iniciou em 1993 e desde então não perdemos ainda para eles. Hoje teremos mais um desafio. Eles estão com um papinho furado de temor ao Inter. O técnico deles já disse: “times Brasileiros me dão urticária”. Uma armadilha barata que, espero, o Inter não embarque. Vamos com tudo para cima deles, pois precisamos de escore. Manter a escrita e escrever, com o perdão da redundância, mais um capítulo desta história de vitórias é o que espero do nosso clube do coração.
Mais uma vez… FORÇA, INTER!! FORÇA FOSSATI!!
FERNANDO NORA
A banca paga e recebe!!
Aproveito este texto de um grande Colorado atuante do movmento Intergrande, Norberto, para escrever sobre atitudes no esporte. Não sei a autoria do mesmo, mas re-encaminho porque nos serve de exemplo.
“A mesma torcida que hoje chora a derrota amarga no centenário, foi a mesma que no ano passado aplaudiu quando seu time entregou o jogo por ironia do destino ao mesmo Flamengo. È a mesma que na circunstância preferiu perder, para prejudicar um outro time rival.
È a mesma que aplaudiu a atitude sacana do “humilde” e “sincero” Felipe ao não pular em um penalti.
Futebol é uma caixinha de surpresas rsrsrs Com a derrota o flamengo poderia não ter se classificado pra libertadores, ou então caido em outro grupo mais fraco. Coincidencias a parte, fico feliz. A justiça tarda mas não falha. Deus é justo. Foi esquecido naquela oportunidade que tinham 11 pais de fámilia no time do SPFC ( clube que em 2005 salvou o corinthians do rebaixamento do grandioso paulistinha), sem contar o bravo Inter de Porto Alegre que já havia sido roubado em 2005 e também foi prejudicado na copa do brasil. Enquanto tiver no corinthians essa diretoria arrogante, sem ética, e que prefere danar com a vida de rivais, do que jogar com ética, é isso que vai acontecer sempre….derrotas. Obrigado Felipe, obrigado Andres Sanchez e os outros bobões que na oportunidade fizeram gracinha pra sua torcida ( a mesma que agora vai invadir treinos, ameaça-los na rua, agredi-los, xinga-los). Deus é justo, aqui se faz, aqui se paga.”
Lembro ainda que o GFPA fez isto recentemente entregando o jogo para o Flamengo ganhar o Brasileiro. Isto tudo aplaudido pela torcida deles. Futebol não combina com atitudes como estas. No esporte, o legal é a paixão, a luta e a garra. E sobretudo a honra. A inigualável sensação de ver seu time sair vitorioso sobre o rival.
HOJE VAMOS VENCER OS ARGENTINOS E APÓS, VENCEREMOS OUTRO TIME ARGENTINO RUMO AO BI DA LIBERTADORES. SÓ A VITÓRIA SERVE AO CAMPEÃO DE TUDO!!!
SDS COLORADAS neste dia de saborear a vitória da justiça. A banca paga e recebe
Fernando Nora
HOJE, APRENDI UMA LIÇÃO
Quem de nós colorados acreditávamos que poderíamos chegar no estádio do rival e não levar até mesmo uma goleada? Quem de nós imaginaria que o Inter entraria em campo com um time completamente alterado como aquele e daria um sufoco no rival? Hoje fui almoçar no Barranco. Era um mar de Gremistas, todos faceiros, alegres e confiantes que dariam baile em nós. Atrás da minha mesa havia um daqueles que merecem passar pelo que passou. Ele gritava: “Coitadinhos dos colorados. Hoje vamos tocar uns 3 x 0 neles”. Eu estava quieto, só escutando, pois não tinha ânimo para responder. Lá pelas tantas, meu Pai levantou e disse a ele: “Queres apostar 20mil reais como o Internacional vai vencer o GFPA hoje? Aposto no jogo, não no campeonato”. O cara não aceitou a aposta e então meu Pai educadamente pediu a ele MAIS RESPEITO COM O INTER. O cara se calou. No campo, todos viram o que ocorreu. Perdemos o campeonato, mas deixamos os caras numa saia justa. Ganhamos o jogo, poderíamos ter feito o segundo. Para mim ficou a lição de que o nosso INTER precisa estar acima de qualquer coisa sempre. Acima da incredulidade, da falta de ânimo, das evidências, da política, da imprensa e de tudo e contra todos que desejam achincalhar a história deste clube e desta direção que já mostrou a que veio dando ao Inter tudo de maior que temos em toda a nossa história. POR ISTO CONCLAMO TODOS OS COLORADOS A DEIXAR DE LADO AS DIFERENÇAS E O RANÇO – VAMOS LOTAR O BEIRA RIO E EMPURRAR O INTER CONTRA OS ARGENTINOS – PRECISAMOS VENCER!!! FORÇA INTER, FORÇA COLORADOS UNIDOS. É assim que sou. ESTE É O MEU CARÁTER!!
Fernando Nora
Ah se eu fosse você….
Se eu fosse você, eu escolheria sempre fazer algo diferente. Algo que, certamente você, ainda não tenha feito. Pois somente desta forma eu teria certeza de que a minha escolha seria melhor que a tua. E mais, fazer algo diferente dos outros, que já fora testado, sem sucesso, pelos outros, é melhor ainda, pois diminui a minha chance de erro. Imaginem uma vida como esta, onde a corneta e a malandragem de se limitar apenas a criticar quando as coisas não vão bem sejam a tônica. Qualquer planejamento tem dois fins possíveis: acertar ou errar. No esporte, planeja-se uma estratégia de competição baseada em superar o adversário que, por sua vez, faz o mesmo! A derrota nem sempre é resultado de planejamentos inadequados. Diversas outras causas podem estar envolvidas no desfecho de uma competição. Uma delas é a capacidade de aplicação dos atletas e, principalmente, do entendimento correto daquilo que de fato foi planejado. Conheço pessoas brilhantes que fazem planejamentos excelentes e infalíveis que nunca saem do papel e quando saem, se demonstram, na prática, ineficazes – precisam ser alterados no percurso da execução. Não acho que tais pessoas sejam incompetentes por causa disto. Julgar o ser humano pela incapacidade pessoal de cada um em executar tarefas é um erro. Esperar para ver o que outros fazem, julgar seus resultados e criticar em cima do erro alheio é uma atitude deplorável. Melhor seria apontar um caminho que possa ser trilhado com mínimas chances de sucesso. No popular se diz: se você acha que pode fazer melhor, então faça!
Fernando Nora
O PAPEL DA TORCIDA NO DESEMPENHO DA EQUIPE
Na decisão contra o Pelotas, tivemos novamente o desprazer de ouvir vaias contra o nosso treinador.
Realmente um dos jogadores jogou muito mal na decisão que nos levou à mais uma final de campeonato: o décimo-segundo jogador – A TORCIDA!
Já passou da hora da torcida colorada saber que o papel que ela exerce durante uma partida é fundamental no equilíbrio, na energia e no comportamento de quem realmente vai movimentar a bola para que o Inter chegue ao objetivo de sempre.
É necessário que a torcida entenda que o jogo não é só feito de boas atuações e gols do Inter. Existem adversários preparados do outro lado de campo, com treinadores que estudam e orientam equipes competentes – que treinam à exaustão e vêm a Porto Alegre com a nítida vontade e capacidade de vencer.
Hipoteticamente (e invocando a torcida como o décimo-segundo jogador), digamos que um dos jogadores não esteja contente com o desempenho do seu parceiro de equipe.
Indo além, digamos que Bolívar esteja descontente com a atuação de Fabiano Eller. Neste caso, se Fabiano Eller errar um passe, um desarme ou uma saída de bola, Bolívar teria razão em errar um passe propositadamente ou, da mesma forma, deixar que o adversário passasse por ele – sem esboçar qualquer reação?
Tudo isso apenas para que Bolívar demonstre a Fabiano Eller que está descontente com a sua atuação?
Retornando à atuação da torcida – que se auto-intitula o décimo-segundo jogador – não se pode admitir que a “massa” deixe de apoiar e comece a atuar mal apenas porque os jogadores (ou o treinador) não está acertando.
A vaia inibe a atuação do jogador e diminui a capacidade de raciocínio do treinador, enervando-o!
A vaia só ajuda o adversário, que percebe o nervosismo da equipe de casa e passa a jogar com mais segurança – aumentando o índice de acerto nas jogadas.
Logo após a vitória contra o Emelec (no primeiro jogo da Libertadores), tivemos o prazer de ler num jornal argentino a comparação do Beira-Rio com a Bombonera.
Os argentinos exaltavam o caldeirão em que se transformara o nosso estádio, e creditavam a virada muito em função do apoio incondicional do torcedor colorado à equipe.
Pois bem, façamos como os mestres em incentivo ao time – os argentinos – ensinam há décadas: incentivemos o nosso time e treinador do início ao final do jogo, durante os noventa minutos.
Somente esse comportamento em forma de parceria, de cumplicidade, pode levar a nossa equipe a sentir o fator local como elemento diferencial em busca da vitória.
É dessa forma que os argentinos nos dão baile em conquistas de Libertadores – abrindo a seu favor o impressionante placar de 22 a 13, em 35 edições do torneio.
Pense nisso antes de decidir a sua ida ao Beira-Rio, na próxima quinta: o nosso grito, o nosso apoio irrestrito pode fazer a diferença e levar-nos à clasificação.
A vaia pode eliminar-nos do maior objetivo do ano: o bicampeonato da Libertadores!
Roberto Lacerda
roblac1@gmail.com
Força Inter
Inegável a dificuldade que tivemos ontem a noite. Por mais ardoroso e torcedor que possamos ser, é preciso reconhecer. Portanto, nada mais importante do que lotar o estádio Beira Rio no Domingo, em busca de mais uma taça Fábio Koff (estas eles não levam!!) e após lotar novamente contra o Deportivo Quito. Este jogo deverá ser o da nossa classificação para a próxima fase. Aos menos crédulos de que nosso time deverá seguir adiante, gostaria de lembrar que a próxima fase da Libertadores é como se iniciasse outro campeonato novo. Muda a fórmula, muda a motivação e mudam as equipes e enfrentamentos. Aos que gostam de números e estatísticas. Os times de melhores campanhas na primeira fase raramente foram campeões. São os times que ficam em posições intermediárias que normalmente chegam!! Bom para nós e ruim para Corinthians, Alianza, Estudiantes…. Por isto colorados, muita força ao nosso Inter. Nos momentos de dificuldades e de dúvidas é que a torcida empurra e transforma a dúvida em certeza. Força Inter, Força Fossati… Seguiremos adiante!
Fernando Nora
WALTER – O RETORNO
Há pouco tempo Walter estava trancado em seu apartamento, e assim permaneceu durante um bom tempo.
Foram dez dias longe do Beira-Rio e sem treinar.
Com alguns problemas de ordem particular, nosso jogador sentiu os efeitos oriundos do mundo da bola: a fama repentina, a polêmica, os conselhos desencontrados e com objetivos que nem sempre servem para construir, aliados a sua imaturidade, acabaram por aumentar um problema que se mostrava pequeno.
Naquele período muitas incertezas vieram à tona revelando uma quantidade diversa de causas explicativas para a atitude inusitada do jogador.
Saudade da mãe, distância dos familiares, insatisfação com o salário e inconformidade com a condição de reserva foram os motivos apontados por vários comentaristas e setoristas esportivos que se apresentavam, cada qual, como ilustres terapêutas sabedores da solução do problema.
De quebra Jorge Fossati aparecia, nas análises, como o segundo maior culpado pelo ocorrido.
O causador de toda ebulição, descreviam os especialistas, era bem conhecido: o Sport Club Internacional.
Durante o episódio, Fernando Carvalho representava o clube frente aos microfones. Chamava para si a responsabilidade de concentrar a opinião da entidade que representa.
E o fazia de modo contínuo e inabalável no sentido de resgatar o potencial que acreditava existir em Walter.
Com declarações que mencionavam sempre a ponderação e o cuidado em punir o homem sem ferir nem prejudicar o jogador, nosso Vice de Futebol procurava retirar as discussões da rua e dos microfones, trazendo Walter e suas dúvidas para dentro do Beira-Rio.
E assim foi feito!
E assim Walter se reapresentou. E reiniciou os treinamentos, passando pelo castigo elaborado e pagando pelo que havia feito.
Como um pai que ensina a um filho, muitas vezes castigando-o, Fernando Carvalho devolveu a tranquilidade a Walter – que retomou sua carreira e pode voltar a fazer o que sempre fez: jogar futebol.
Voltou o jogador, voltou o atacante, voltou o goleador.
Walter voltou a sorrir e soube reencontrar o gol e o carinho da torcida – que o acolheu como se nada tivesse acontecido.
Foi aproveitado no time, soube agarrar a chance que lhe foi dada e os gols não demoraram a aparecer.
Somente nos três últimos jogos foram três gols e inúmeras jogadas maravilhosas e assistências fundamentais para que o Inter voltasse aos costumeiros jogos decisivos.
Desse episódio, fica o acerto cirúrgico do Departamento de Futebol que, representado por Fernando Carvalho soube agir com experiência e sabedoria nas atitudes tomadas e, em tempo recorde, reintegrou nosso craque à equipe de forma impecável.
Um registro que se fazia mais do que necessário: o caso, a polêmica, a ação da direção e o retorno do craque – tudo isso com a prova irrefutável de um acerto de quem realmente entende do assunto!
Walter voltou e da forma mais positiva que pode acontecer no futebol: jogando bem e fazendo gols.
Prova inequívoca de que o caminho do Sport Club Internacional está bem trilhado e bem conduzido. O torcedor colorado pode ficar tranquilo, pois este clube tem – no seu setor mais importante – profissionais prontos para tudo.
Campeão de Tudo: até em motivação de jogadores!
Roberto Lacerda
VEXAME???
A ZH SE SUPERA A CADA DIA!. Atenção todos! A partir de agora, a Zero determinou que é proibido Internacional ou GFPA perderem para equipes do interior. Sim porque caso ocorra, serão taxados de Vexames. Espero que façam o mesmo quando GFPA perder. Aliás, já perdeu até de goleada e nem por isto foi chamado assim. Seria injusto imputar estas atitudes a imprensa, mas que há um seguimento da imprensa que adora fazer estas coisas, isto bem que é verdade.
AO INVÊS DE RESSALTAR O TRATAMENTO, NOVAMENTE, DADO PELA DIREÇÃO AO WALTER – RESULTANDO NO BELO GOL E ATUAÇÃO EXCELENTE, PREFERIU A ZH DE HOJE POSTAR UMA MANCHETE FALANDO QUE O INTER ESCAPOU DA VEXAME. Vexame é fazer jornalismo desta forma!
O futebol está cada vez mais competitivo e é bom que esteja. Caso contrário teremos no RS sempre apenas uma força, o SC Internacional e eventualmente o rival. Desta forma deverão surgir em breve, equipes do interior do estado em condições de jogar de igual para igual com a dupla grenal. Como já ocorre em SP e RJ. Lá garanto que não se fala em vergonha quando os grandes tropeçam.
No futebol, como em qualquer esporte competitivo, A COMPETIÇÃO, é elemento essencial. O que se viu ontem foi um jogo eletrizante, bem jogado, aberto e disputado até o final. Todos ganhamos com isto. O monopólio no futebol e no jornalismo é vantajoso apenas para a ZH que tem dado inúmeros sinais de que trata a dupla grenal com imensa discrepância de interesses. O que intriga é que fazem isto em ano de eleição. Difícil não imaginar que exista algum interesse secundário por trás de uma reportagem que volta e meia NUNCA perde a oportunidade de vincular as dificuldades de campo com toda uma direção que já mostrou em diversas frentes que é vencedora. Não acho que se trate apenas ingenuidade da imprensa vincular o clube e todas as ações do clube com os resultados do futebol. Da noite para o dia, basta o time jogar mal, pois sequer está perdendo, que já fazem um escândalo. Somente para lembrar, o time considerado titular pelo técnico Fossati, ainda não perdeu este ano. No entanto, só escuto críticas. Parafrasenando o Lauro Quadros, não quero que nenhum jogador do Inter seja o mais talentoso, pois o mais talentoso no circo, é sempre o palhaço! Quero vitórias e um time com potencial de crescer. É isto que vejo hoje. O Novo Hamburgo soube valorizar a nossa classificação. Chamar a vitória de quase vexame é desmerecer o trabalho do rival. Não faça isto ZH. Parabéns Inter por esta difícil e importante vitória. Os que te achincalham hoje serão os mesmos que vão te elogiar quando fores campeão. Força Inter, Força Fossati!!

